sábado, 6 de novembro de 2010

atividade 2B

PLANO DE AULA /OFICINA DE MATEMATICA

CURSISTA: Priscila Xavier de Souza

MODALIDADE DE ENSINO: Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano

COMPONENTE CURRICULAR: Matemática

TEMA: GEOMETRIA (ÂNGULOS, PERÍMETRO E ÁREA)

DURAÇÃO DAS ATIVIDADES: 8 aulas

DADOS DA AULA

No cotidiano de sala de aula nas turmas do Programa Circuito Campeão a realização das atividades propostas nessa oficina deverão ser planejadas para serem desenvolvidas no decorrer do segundo semestre com as adaptações nas turmas de 1º ao 5º ano.

OBJETIVOS
 Compreender o conceito de ângulo, relacionando à idéia de giro;
 Identificar os elementos de um ângulo: lado e vértice;
 Medir ângulos com o auxilio de transferidor (molde);
 Identificar ângulos reto, agudo e obtuso, raso, nulo e giro;
 Classificar os polígonos de acordo com os lados;
 Calcular o perímetro de figuras com números inteiros na medida dos lados;
 Medir a área dos polígonos.

MATERIAL NECESSÁRIO
 Cópia da seqüência didática da Oficina;
 Envelope contendo as peças do Tangram;
 Envelope com um jogo de memória;
 01 círculo tamanho médio para cada participante;
 01 avental para o formador usar (figura do tangram);
 Data show (apresentação) Oficina de Matemática;
 Transferidor feito de dobradura;
 Folhas de papel chamex para todos os participantes;
 Labin.

SEQUENCIA DIDÁTICA
Etapa 1: Diálogo introdutório

1º MOMENTO - Apresentação da imagem, sobre o tema, em data show.
Podemos observar a presença de formas geométricas nas obras de vários artistas.
A imagem é a reprodução de uma tela “A GARE” de Tarsila do Amaral, pintora brasileira nascida em 1886, no município de Capivari (SP).
Nessa tela, Tarsila retrata o espaço urbano usando algumas formas geométricas e um colorido vivo e alegre.

2º MOMENTO - Explorar o que a turma conhece previamente sobre figuras geométricas, fazendo uma leitura da imagem. (Pergunte quais figuras geométricas eles conhecem).
Quais polígonos você visualiza nessa imagem?
E sólidos geométricos?
Quais outras figuras podem observar?
E linhas, é possível observar? Como são as linhas?
Olhando as paredes, janelas, portas, piso, telhado, colunas, quantos ângulos de 90º você vê? É um dos ângulos mais comuns com que se trabalha. Usamos ângulos retos o tempo todo. Veja quantos exemplo podemos contar nessa imagem.

Etapa 2: Contato com o Tangram.

 Distribuição do envelope contendo as sete peças do Tangram para os participantes.
 Solicitar para os participantes observar a quantidade de peças, número de lados de cada figura, e identificar os nomes de cada polígono. ( quadrado, triangulo e paralelogramo).
 Chamar atenção para os elementos que constroem um polígono: lados e vértices
O Tangram é formado por sete peças, são elas:
05 triângulos: 2 grandes, 1 médio e 2 pequenos;
01 quadrado;
01 paralelogramo

Etapa 3: Contextualização

O nome Tangram significa “Tábua das Sete Sabedorias”. Não se sabe ao certo em que período surgiu esse jogo e nem quem o criou, mas diz a lenda que no século XII um monge taoísta deu ao seu discípulo um quadrado de porcelana, um rolo de papel de arroz, pincel e tintas e disse para ele viajar pelo mundo e anotar tudo que visse de belo e depois voltasse. O discípulo ficou tão emocionado com a tarefa que deixou cair o quadrado de porcelana partindo-o em 7 pedaços. O discípulo, tentando reproduzir o quadrado, percebeu uma imensidão de belas e conhecidas figuras feitas a partir das 7 peças. Assim, percebeu que não precisava mais correr o mundo, pois tudo que era belo poderia ser formado pelas 7 peças do Tangram.
Além do aspecto lúdico do jogo, o Tangram pode ser explorado no ensino da Matemática. Ele pode ser utilizado em diferentes conteúdos como área, perímetro, razão, proporção, fração, multiplicação, divisão, semelhança, simetrias, transformações isométricas, etc. Pode ser explorado também em interdisciplinaridade com as Ciências, Artes e História. São inúmeras as possibilidades exploratórias do Tangram utilizando-se de material concreto de manipulação. No entanto, o uso do ambiente computacional pode ampliar ainda mais as potencialidades pedagógicas do Tangram.
Os objetos em nossa volta têm comprimento, largura e altura, e ocupam uma posição no espaço. Em nosso local de trabalho, as pessoas com freqüência tomam decisões baseadas no que conhecem sobre figuras geométricas e formas. Os construtores medem ângulos para construir uma casa. Os engenheiros decidem quais ângulos usar para a construção de uma curva de uma estrada. Os jardineiros planejam a forma e a disposição dos canteiros de flores. Os cortadores de modelos (em tecido, madeira ou metal) trabalham formas para, dessa maneira, desperdiçar a menor quantidade de material.
A maioria das profissões, principalmente a construção civil, utiliza-se de ângulos retos, ou 90º.
Etapa 4: Ensinando a manusear o transferidor (molde)
 Distribuição de um círculo para os participantes.





Pegamos um círculo e dobramos ao meio.











Dobrando ao meio novamente...







....vamos encontrar “ cantos retos”...


 Solicitar para os participantes dobrar mais uma vez o molde a cima.
Depois traçar retas nas dobras de cores.
 Pedimos para os cursistas colocarem seu lápis deitado sobre uma das retas desenhadas e fixarem uma das extremidades do lápis no ponto de encontro das retas. Depois, eles giraram o lápis na direção da outra reta, passando pelo interior do ângulo. Observando o movimento do lápis foi possível definir ângulo com eles e, além disso, mostrar-lhes que ângulo é a abertura entre as retas e que não importa o tamanho delas.
 Chamar a atenção das partes que constroem um ângulo: lados, vértices e medida do ângulo
 Solicitar para abrir a dobradura e registrar os graus: 0° (nulo), 45°(agudo), 90°(reto) 135° (obtuso), 180° (raso), 225°, 270° e 315°
Chamar atenção dos participantes para a classificação dos ângulos conforme a sua medida.
 Agora, com a dobradura, solicitar dos participantes para medirem as peças do tangram e registrar na própria figura o valor do ângulo;
OBSERVAÇÃO:Na sala de aula pedir para os alunos medir alguns objetos para saberem o valor dos ângulos

 Para medir um ângulo com o transferidor devemos proceder do seguinte modo:
1º Conhecer as partes de um transferidor: limbo, linha de fé e centro. Apresentar através de uma dobradura.
2º Colocar o centro do transferidor “O” no vértice do ângulo;
3º Fazer coincidir a linha horizontal que passa pelo centro com um dos lados do ângulo;
4º medir a graduação correspondente ao outro lado do ângulo.

Etapa 5: Calculando o perímetro, utilizando a unidade (quadrinho)
 Solicitar dos participantes para calcular o perímetro dos polígonos (tangram).
( Escolher 3 polígonos: quadrado, paralelogramo e o triangulo grande)
Etapa 6:Calculando a área dos polígonos

 Solicitar dos participantes para calcular a área dos polígonos (tangram)
Quadrado – medida do lado x medida do lado ou l x l²
Paralelogramo – medida de base x medida de altura ou b x h
Triângulo – medida de base x medida da altura: 2 ou b x h : 2
Etapa 7: Construindo uma figura com as peças do Tangram.
 Nesse momento o formador apresentar sugestões de figuras no data show e também veste o avental para caracterizar o momento.
 Entregar para os participantes 2 folhas de papel chamex.
 Solicitar dos participantes a construção de uma figura com as peças do
Tangram.
OBS: Sugerimos que poderá ser feita uma Produção de texto com a figura. Apresentar a sugestão no data show.
Etapa 8: Conclusão da Oficina: Jogo - ângulos na memória
 Entregar para os participantes um envelope contendo as peças do jogo e as instruções.
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- Fluxo das Aulas Programa Circuito Campeão/2009
- Referencial Curricular /2009
- Guia do Cursista: Tecnologia na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC – MEC.2008

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

MEMORIAL REFLEXIVO: TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO
ENSINANDO E APRENDENDO COM AS TICS

O computador pode ser usado na educação como máquina de ensino ou como ferramenta. O uso do computador como máquina de ensinar consiste na informatização dos métodos de ensino tradicional. Refletindo sobre o curso, tive grande conhecimento pessoal e profissional no meu dia a dia com os recursos tecnológicos que a escola dispõe.
No inicio foram muitas as dificuldades, porque muitas coisas eram novidades, na horas de fazer as postagem das atividades tive bastante dificuldade, mas com a ajudas das tutoras do NTE e colegas de curso fui superando as dificuldades, não foi fácil mas conseguir.
O curso me proporciono uma grande mudança na minha pratica pedagógica de ensino aprendizagem, no decorrer do curso eu comecei a aplicar na escola o que eu aprendi em todo o curso.
Podemos perceber, então, que os indivíduos têm novas possibilidades de interatividade com o avanço das TIC e, através de uma relação interativa com os equipamentos
(computadores), têm viabilizados conteúdos digitalizados em seu monitor, os quais são transmitidos
através do acesso à Internet. Mas as possibilidades das comunidades virtuais não se esgotam.
nesta facilidade de distribuição de conteúdos digitais. Elas se estendem para as facilidades de
interação entre as pessoas, possibilitando a construção do conhecimento e a produção de trabalhos
em equipe.
A utilização de recursos tecnológicos na escola é uma preocupação constante de alguns profissionais da área de educação, já que os equipamentos são aliados valiosos no processo de ensino aprendizagem, desde que sejam conscientemente incorporados ao projeto pedagógico.

sábado, 3 de julho de 2010

Relato de experiência

Relato de Experiências

Tal como em relação a outros materiais, também as novas tecnologias e o seu contributo para esta educação multicultural dependem largamente da atitude e das escolhas do educador. Contudo, importa salientar que existe software educativo que valoriza a diversidade social e cultural a vários níveis. Mas, mais do que qualquer software educativo, pensamos que o verdadeiro potencial das novas tecnologias neste âmbito reside efectivamente na utilização da Internet para acesso a conhecimento sobre outras realidades e culturas, bem como nas possibilidades de comunicação que a esse nível se podem estabelecer. Este conjunto de possibilidades permite-lhes expandir a sua visão do mundo, conhecer, questionar e compreender a sua diversidade.
A acessibilidade surge como importante por vários motivos: Permite às crianças saber quando está disponível; Favorece a integração entre os que estão a usar o computador e as crianças envolvidas noutras atividades; Encoraja as crianças a aprenderem umas com as outras, cria oportunidades de tutoria entre pares e, simultaneamente, facilita a integração das atividades desenvolvidas na globalidade do trabalho curricular.
Para além dos programas utilitários mais comumente utilizados pelos adultos (Word, Paint, Power-Point) e que são igualmente úteis e adequados para serem utilizados por crianças, mesmo as de pré-escolar, cabe ao educador selecionar alguns programas, de caráter especificamente educativo, que possam ser utilizados pelas crianças.
Para isso, precisamos de professores que realmente dominam as tecnologias que são oferecidas nas escolas.

sábado, 26 de junho de 2010

Plano de aula

Planejamento
Escola Estadual Alfredo Nasser
Disciplina: Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, Artes e Ed. Física
Ano: 2º ano do Ensino Fundamental
Duração da Atividade: 5 aulas de 50 minutos
Professora: Priscila Xavier

Língua Portuguesa: Produzir texto a partir da história, texto inigmático trabalhar com a letra “Z”.
Matemática: Quantidades, formas geométricas, lista temática dos animais.
Arte: trabalhar as cores, confeccionar cada bichinho da história com papel laminado ou material reciclável.
Ed. Física: Dramatizar os bichos da história.
Objetivo da Aula: A partir de histórias da literatura infantil refletir sobre a atitude de se influenciar com opiniões alheias, se desvalorizando.
• Associar a questão da influência negativa presente em outras histórias.
• Dramatizar histórias.
• Participar coletivamente de atividades propostas.
• Valorizar seu jeito de ser e conviver com as diferenças.
A ZEROPÉIA
(Herbert de Souza – BETINHO)
Ia uma centopéia com suas cem patinhas pelo caminho quando topou com uma barata.
Vendo tantas patinhas num bicho só, a barata ficou boquiaberta:
-Mas Dona Centopéia pra que tantas patinhas? A senhora precisa mesmo delas? Olha, eu tenho só seis e são mais do que suficientes! Posso fazer tudo, correr, trepar nas paredes, me esconder nos buracos. Ninguém consegue me acertar na primeira, nem na segunda chinelada!
- É – respondeu a centopéia -, eu não havia pensado nisso! E olha que tenho essas cem patinhas desde que nasci cinqüenta de um lado e cinqüenta do outro...
- Como à senhora faz quando tem uma coceira? – perguntou a barata - Já imaginou o trabalhão, coçando daqui e dali sem parar? Deve ser um inferno ter tantas patinhas! Por que a senhora não amarra noventa e quatro e fica com seis como eu? Vai ficar muito mais fácil e a senhora vai poder inclusive correr muito mais, como eu.
A centopéia nem pensou e amarrou as noventa e quatro patinhas. Doeu um pouco com todos aqueles nós, mas era necessário, e continuou a andar.
Lá na frente se encontrou com um boi.
Quando o boi viu a centopéia andando com seis patas ficou intrigado:
- Dona centopéia por que seis patas? Para que tantas? Olhe, eu só tenho quatro e faço o que quero! Corro, participo de touradas, pulo cerca quando quero, sou forte e todo mundo me admira! Por que a senhora não amarra mais duas patinhas e fica com quatro? Vai ficar mais ágil e vai correr tanto quanto eu...
A centopéia amarrou mais duas patinhas. Doeu um pouco, já estava quase dando cãibra,
mas era necessário, e continuou a andar.
Lá mais na frente, já andando com certa dificuldade, a centopéia se encontrou com
o macaco.
Quando o macaco viu a centopéia andando com quatro patas, ficou curioso.
Olhou bem, contou e recontou, e não se conteve:
- Mas... Dona centopéia, por que tanta pata se a senhora pode andar com apenas duas, como eu?Veja como eu faço: pulo de galho em galho, corro, ninguém me pega nesta floresta. Por que a senhora não amarra mais duas patinhas e fica assim, como eu?
A centopéia nem pensou e amarrou mais duas patinhas. Agora só tinha duas patinhas livres, poderia viver em paz, como a maioria dos bichos da floresta, e se parecia até com as pessoas, podia até pensar em ter nome de gente, como Maria ou Florinda.
E continuou a andar, com muita dificuldade, mas tranqüila. Havia seguido todos os conselhos que recebera pelo caminho.Velhos tempos aqueles em que tinha cem patinhas livres!Quanto trabalho à toa! E continuou a andar.
Mas lá na volta do caminho, de repente, viu a dona cobra!
A centopéia sentiu um friozinho na barriga.
- I! – pensou ela – a dona cobra nem patas têm!
Não deu outra. Quando a cobra viu a centopéia com suas duas patinhas, foi logo parando
e dizendo:
- Por que andar com essas duas patas num corpo tão comprido e desajeitado? Será que você não sente que está sendo ridícula andando só com duas patas? E, afinal de contas, pra que patas pra andar? Não vê como eu corro, escapo, ataco, meto medo, serpenteio, subo em árvores e até nado sem patas? Por que não completa a obra e amarra tudo de uma vez?
A centopéia então, amarrou as suas últimas patinhas, pensando que podia ser que nem a cobra. E não podia. Ali mesmo ficou pedindo socorro e gritando por todos os bichos da floresta:- Ei, dona barata, seu boi, seu macaco, dona cobra! Venham me ajudar! Não consigo mais andar! Eu, que tinha cem patinhas, deixei de ser uma centopéia e acabei virando uma zeropéia!A turma da floresta, pra concertar a situação, teve então uma idéia, a de fazer um carrinho bem comprido para a centopéia poder se locomover. A centopéia ia virar a primeira zeropéia motorizada da floresta!
- Mas como é que eu vou dirigir esse carro se não tenho mais patinhas?
Foi um drama! Os bichos foram logo discutindo:
- A barata dirige, pois foi ela quem mandou amarrar noventa e quatro patinhas de uma só vez!
- Não, não, não! Dirige o boi, que mandou amarrar mais duas patas!
- Melhor o macaco, que mandou amarrar mais duas.
- Negativo! Dirige a cobra, que mandou amarrar tudo. Até que a centopéia se deu conta, pensou bem pensado e disse para todo mundo:
- É, gente, a culpa é minha! Eu não devia ter escutado essa conversa fiada de amarrar patinhas! Eu não sou barata, não sou boi, não sou macaco e nem cobra; eu sou é eu mesma, uma centopéia que quase virou uma zeropéia.
A centopéia agradeceu o carrinho, mas, mandou a bicharada desamarrar todas as suas patinhas. E decidiu que o mais importante era ser ela mesma e ter as suas próprias idéias na cabeça...






Aula 1
Conversar com os alunos sobre a centopéia, destacando sua característica marcante que é ter muitas pernas.
Ler para a turma a história da Zeropéia.
SINOPSE
Zeropéia é a história de uma centopéia que se influencia pela opinião de outros bichos que lhe dão conselho para amarrar as próprias pernas, contando cada um vantagens pelo número de pernas que possuem.
Assim, a centopéia vai amarrando gradativamente suas pernas até acabar no final, sem conseguir se locomover.
A centopéia termina a história se rebelando e assumindo o seu próprio jeito de ser.
Depois da história contada, conversar sobre o que acharam da história e da atitude da centopéia.
Aula 2
Propor a dramatização.
A sugestão é improvisar a caracterização dos personagens com roupas da cor dos bichos e máscaras feitas pelos alunos com cartolina ou usar as de cabeça de espuma, vendidas em algumas lojas de artigos de fantasias.
Um aluno poderia fazer a cabeça da centopéia, outros poderiam fazer o corpo e muitas pernas.
Ainda aparecem na história , os seguintes personagens:
• Formiguinha
• Boi
• Macaco
• Cobra
Então combinar os papéis, ensaiar as falas com a turma para a apresentação. Também poderia propor fazê-la para outra turma e até se for possível, para os pais.

Aula 3
Trabalhar com o livro do Sanduíche da Maricota ou propor que outra turma realize a atividade.
Ler a história para a turma.

SINOPSE
É a história de uma galinha que ao montar seu sanduíche, dá ouvido a palpites de alguns animais que sugerem ingredientes de acordo com suas preferências. Quando por último, aparece uma raposa esperta que faz Maricota repensar seu sanduíche. É quando a galinha se rebela e monta o sanduíche a seu gosto; seguindo sua primeira ideia.
Depois da história contada, seguir o encaminhamento apresentado para a história da Zeropéia, conversar sobre a história e a atitude da galinha.
AULA 4
Combinar uma dramatização com os alunos da turma, escolher os papéis (personagens) e ensaiar as falas para a apresentação. Seguir sugestão apresentada na Aula 2, sobre caracterização dos personagens.

Aula 5
É ideal que aconteça uma troca das histórias (da Zeropéia e da Maricota) entre turmas, que poderia ser feita posteriormente através de uma combinação entre os professores. Esta seria a proposta de um trabalho integrado. De forma que cada turma trabalhasse com um livro. Uma turma apresentaria para a outra e os professores então conversariam depois com os alunos sobre a temática que envolve ambas as histórias.
Outra possibilidade seria um professor trabalhar com sua turma as duas histórias e depois compará-las. Poderia ser uma estratégia a divisão da turma em dois grupos para realizar as duas dramatizações.
Referencias: A ZEROPÉIA (Herbert de Souza – BETINHO)
Avaliação
Acompanhar o envolvimento e a participação do grupo nas atividades propostas: do ouvir as histórias, conversar sobre a atitude dos personagens, ao dramatizar.
Conversar com o grupo sobre o que acharam da apresentação, o que foi bom e o que poderia ser melhor, com a finalidade de introduzir a auto-avaliação.
Avaliar as relações interpessoais dos alunos com o grupo de trabalho, como com todos os colegas de turma.